Serviço · Prumo sob medida

Controle de Verticalidade

Medição precisa do desaprumo de torres, silos, chaminés, pilares e fachadas: o quanto a estrutura sai do prumo, em que direção e — quando monitorado — se está piorando.

mmdesaprumo
quantificado
Estaçãototal
robotizada
Sériesevolução no
tempo
O que é

Controle de Verticalidade

Toda estrutura alta tem uma pergunta permanente: está no prumo? O controle de verticalidade responde com número e direção — o desaprumo medido em milímetros por visadas de estação total a alvos definidos em múltiplas alturas, a partir de estações com geometria adequada.

Medimos torres (telecom, transmissão, caixas d'água), silos e chaminés industriais, pilares e núcleos de edifícios em execução (o controle por pavimento que evita desvio acumulado), fachadas e empenas (planicidade e prumo para revestimentos e retrofit) e estruturas pré-moldadas na montagem — onde a tolerância de encaixe não perdoa.

O resultado é objetivo: deslocamento horizontal por altura, direção do desvio, comparação com a tolerância do projeto ou do fabricante e, em programas de monitoramento periódico, a evolução no tempo — que diz se o desaprumo é herança de montagem ou processo em andamento (fundação, vento, recalque diferencial, operação).

Relatórios com croquis, tabelas e TRT — no formato que a manutenção industrial, a construtora ou o perito precisa. Em estruturas em operação, medimos sem contato e sem parar a atividade.

Entregáveis

O que entregamos

  • 1
    Desaprumo por altura

    Deslocamento e direção de cada seção medida.

  • 2
    Confronto com tolerância

    Conforme × não conforme, quantificado.

  • 3
    Croquis e tabelas

    Visualização objetiva do desvio da estrutura.

  • 4
    Série histórica (monitoramento)

    Evolução do prumo entre campanhas.

  • 5
    Controle por pavimento (obras)

    Pilares e núcleos verificados antes da próxima etapa.

  • 6
    Relatório com TRT

    Validade técnica para manutenção, contrato e seguro.

Processo

Como trabalhamos

  1. 1

    Definição de tolerâncias

    Projeto, fabricante ou norma aplicável definem o critério de aceite.

  2. 2

    Geometria de medição

    Estações e alvos posicionados para resolver o desvio em duas direções.

  3. 3

    Medição por alturas

    Visadas de estação total a seções definidas da estrutura.

  4. 4

    Cálculo do desaprumo

    Deslocamento e direção por altura, com incerteza declarada.

  5. 5

    Comparação com tolerância

    Conforme × não conforme, quantificado.

  6. 6

    Relatório (e série)

    Documento com croquis e tabelas; evolução no tempo quando monitorado.

Aplicações

Quando você precisa deste serviço

Torre com desvio visível

Quantificar antes de decidir a intervenção.

Silos e chaminés

Verificação periódica na rotina de integridade.

Edifício em execução

Controle por pavimento evita desvio acumulado.

Montagem de pré-moldados

Tolerância de encaixe exige prumo conferido peça a peça.

Retrofit de fachada

Prumo e planicidade como base do projeto.

Após evento extremo

Vento, impacto ou recalque: conferir a estrutura.

Conformidade

Normas técnicas e legislação

Tolerâncias de projeto e fabricante

Torres, silos e equipamentos seguem os limites definidos pelo projetista ou fabricante.

NBR 13133 — Levantamento topográfico

Norma dos procedimentos e precisões das medições.

NBR 6122 — Fundações

Referência quando o desaprumo se relaciona a recalques de fundação, em conjunto com o monitoramento.

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FAQ

Dúvidas sobre controle de verticalidade

Por visadas de estação total a pontos definidos da estrutura em várias alturas, a partir de duas ou mais estações com boa geometria. O desvio horizontal de cada seção em relação à base sai por cálculo, sem contato e sem escalada.

O que o projeto ou o fabricante definir — varia por tipo de estrutura. Nosso relatório entrega o número medido e o confronto com o critério aplicável; a decisão de intervir é do responsável pela estrutura.

Só a série histórica responde: medições periódicas comparáveis mostram se o desvio é estável (herança de montagem) ou evolutivo (fundação, operação). Quando evolutivo, o monitoramento de recalque costuma entrar junto.

Sim — verificação por pavimento de pilares e núcleos, antes da próxima concretagem. Desvio pego cedo se corrige na forma; desvio acumulado se paga no revestimento e na estrutura.

Sim — prumo e planicidade da fachada em malha de pontos, base para projeto de revestimento, pele de vidro e recuperação estrutural.

Não — a medição é óptica e externa. Em silos e chaminés em operação, apenas alinhamos as janelas de medição com as condições da planta (vibração, calor, acesso visual).

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