Notificação recebida
Conferir a área antes de assinar qualquer acordo é a regra de ouro.
Antes de discutir o valor da indenização, confira o tamanho real do que está sendo desapropriado. Medimos a área atingida, os remanescentes e as benfeitorias — a base técnica de qualquer indenização justa.
Em toda desapropriação — para rodovia, duplicação, linha de transmissão, adutora, obra pública municipal — a discussão sobre a indenização começa por uma pergunta técnica: qual é exatamente a área atingida? A planta do poder expropriante nem sempre confere com o terreno, e diferenças de metragem, de benfeitorias não computadas e de remanescentes inviabilizados se traduzem diretamente em dinheiro.
Fazemos a conferência técnica independente: medição em campo da faixa ou área declarada de utilidade pública, sobreposição com a matrícula e com a planta do expropriante, cadastro das benfeitorias atingidas (construções, culturas, cercas, infraestrutura) e análise dos remanescentes — porque um resto de gleba sem acesso, sem água ou abaixo do tamanho útil pode caracterizar desapropriação indireta da área toda.
O resultado é um relatório técnico com plantas e quantitativos, assinado com TRT, que serve de base para a negociação administrativa ou, na via judicial, para a atuação junto ao advogado — inclusive como assistente técnico na perícia de avaliação.
Atendemos também o outro lado da mesa: empresas e concessionárias que precisam de cadastro e demarcação de faixas de domínio e de desapropriação com rigor documental.
Área efetivamente atingida, levantada em campo com GNSS RTK.
Confronto entre faixa, matrícula e planta do expropriante.
Construções, culturas e infraestrutura atingidas, documentadas.
Viabilidade do que sobra: acesso, água, formato e área útil.
Quantitativos e divergências apontadas, prontos para a negociação.
Validade técnica para acordo administrativo ou juízo.
Estudo da declaração de utilidade pública e da planta do expropriante.
Levantamento em campo da área efetivamente atingida, com GNSS RTK.
Construções, culturas, cercas e infraestrutura dentro da faixa, documentadas.
Viabilidade técnica e econômica do que sobra: acesso, água, formato, área útil.
Plantas, quantitativos e divergências apontadas, com TRT.
Base técnica para acordo administrativo ou assistência na via judicial.
Conferir a área antes de assinar qualquer acordo é a regra de ouro.
Verificar se a área e as benfeitorias da oferta estão corretas.
Conferir se a obra segue a planta declarada — desvios acontecem.
Fundamentar o pleito de indenização da área que perdeu utilidade.
Assistência técnica na perícia de avaliação.
Linhas, adutoras e gasodutos: conferir faixa e restrições.
A lei geral das desapropriações por utilidade pública: declaração, imissão na posse e indenização.
Garante a justa e prévia indenização em dinheiro na desapropriação.
Norma ABNT dos procedimentos e precisões da medição da faixa.
Rege a perícia de avaliação na ação de desapropriação e a atuação do assistente técnico.
Orçamento gratuito, resposta em até 1 dia útil.
Conferir a área: medir de forma independente a faixa atingida e sobrepor com a sua matrícula e com a planta do expropriante. Só depois disso faz sentido discutir valor — indenização calculada sobre área errada nasce errada.
Pode — e divergências acontecem: faixas locadas em posição diferente da planta, benfeitorias ignoradas, remanescentes tratados como aproveitáveis quando não são. A conferência independente existe exatamente para isso.
É o que sobra do imóvel depois da faixa desapropriada. Se o remanescente perde acesso, água ou área útil mínima, ele pode ser economicamente inviável — e a jurisprudência admite indenização também do remanescente nesses casos. A análise técnica fundamenta esse pleito.
Nosso foco é a base física: áreas, benfeitorias e viabilidade dos remanescentes, com plantas e quantitativos. A avaliação econômica (valor de mercado) é feita por avaliador; nosso relatório é o insumo técnico que ela exige.
Sim. Faixas de servidão de energia, adutoras e gasodutos seguem lógica parecida: conferimos a faixa, as torres/estruturas e as restrições impostas ao uso do restante do imóvel.
Atuamos como assistentes técnicos do seu advogado na perícia: quesitos, acompanhamento do perito em campo e parecer sobre o laudo de avaliação — especialmente sobre as áreas e quantitativos que o sustentam.
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